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Funcionários sofriam descontos a título de inventário, pelo desaparecimento ou furto de produtos, além de serem impedidos de noticiar à autoridade policial competente, mesmo havendo câmeras de vigilância e revista pessoal.
Cliente foi impedido de entrar na agência, lhe sendo exigida a apresentação de documentos pessoais e cartão do banco. Vigilantes e gerente agiram com deboche.
Aprovado no concurso público do DETRAN/ES, o candidato não obteve a posse, em razão de requisição de documento não constante do edital, qual seja, uma certidão negativa.
Um guia prático para você entender como funciona o divórcio.
Uma turismóloga, assessora técnica integrante da Gerência de Gestão do Turismo do Governo do Estado do Espírito Santo, fora condenada a pagar indenização por danos morais no valor de R$ 3.000,00 (três mil reais).
O Juízo concedeu autorização judicial para que o requerente retire e doe um rim em favor de um amigo, que sofre de doença renal crônica terminal.
Ex-funcionário do Coritiba Foot Ball Club foi condenado por divulgar conversas
Se você administra grupos de WhatsApp em que o bullying corre solto e acha que apenas os ofensores é que podem ser responsabilizados, é hora de ficar preocupado.
A conduta do portuário foi classificada como ato de improbidade.
A Operadora do Plano de Saúde se negou a realizar cirurgia bariátrica determinada pelo juízo de 1º Grau.
R$ 4 mil de indenização, em razão de xingamentos públicos proferidos ao autor.
Socos no rosto e na cabeça, puxões de cabelo, roupas rasgadas e ameaças seriam algumas das violências sofridas pela requerente.
Cliente passou mal em casa pouco tempo antes da viagem; empresa deve ainda pagar R$ 1.000 ao casal, a título de danos morais
Saiba realmente no que se diferem

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